segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Costocondrite e Síndrome de Tietze


O que é?
Costocondrite (também chamada de síndrome costoesternal, síndrome da parede torácica, síndrome da parede torácica anterior, é uma causa relativamente freqüente de dor torácica anterior.  Dor recorrente nas articulações costo-condrais (no centro do peito, onde as costelas se juntam ao esterno) é a principal queixa, e é geralmente desencadeada por certos movimentos do tórax, como extensão da coluna cervical ou tração posterior dos braços estendidos, pela palpação das articulações ou por tosse ou inspiração profunda.  O acometimento de mais de uma articulação é freqüente, principalmente da 2ª à 5ª articulação conto-condral e/ou costo-external.  As causas não são bem estabelecidas, mas a freqüente presença de uma história de tosse excessiva ou pequenos traumas sugere um processo mecânico simples, de traumas/ sobrecarga gerando inflamação.
Síndrome de Tietze
A síndrome de Tietze é uma condição bastante semelhante, mas muito mais rara que a costocondrite. Aqui há inchaço, dor espontânea e dor à palpação das mesmas articulações cartilaginosas da parede torácica anterior. Tietze pode ser distinguida da costocondrite por uma série de fatores: menor idade de início, predileção pela 2ª e 3ª articulação costo-condral, lesão unilateral ou única em mais de 70% dos pacientes e, principalmente, pela presença de edema (inchaço) local. Quando há mais de uma articulação acometida, elas tendem a ser vizinhas em um mesmo lado do tórax. O edema, a menor idade dos pacientes e o acúmulo anormal de contraste nas articulações à cintilografia sugerem uma natureza mais inflamatória na S. de Tietze em comparação à costocondrite, mas aqui também as causas não estão bem estabelecidas.
Causas
As causas exatas da costocondrite são desconhecidas. Pode ser causada por repetidas pequenas lesões na parede do tórax. Além disso, as infecções, principalmente infecções respiratórias virais, podem causar inflamação das junções costocondrite. Às vezes, a infecção por bactérias e fungos também podem ser responsáveis ​​por causar dor no peito. Além destes, pode-se sentir dor no peito após uma cirurgia esterno. Graves ferimentos sofridos em acidentes graves pode ser outro fator levando a costocondrite.
 
Sintomas
O sintoma mais comum de costocondrite é a dor no peito sentida na parte da frente da parede torácica. Às vezes, essa dor pode se espalhar para outras partes adjacentes do corpo, como costas ou no abdômen. A dor é geralmente sentida no lado esquerdo do peito. Foi observado que os ossos da costela quarto, quinto e sexto são mais comumente afetados pela dor aguda causada pela costocondrite, que é agravada pela respiração profunda e quaisquer outras atividades que pode esticar a cartilagem inflamada. Se as articulações das costelas são pressionados, eles se sentem sensíveis ao toque. No entanto, se ela aparece após uma cirurgia esterno, em seguida, para além da dor, inchaço, vermelhidão e pus também pode ser observada. 

Diagnóstico
O diagnóstico de costocondrite ou Tietze é clínico; não há nenhum exame laboratorial ou radiológico característico. A exclusão sistemática de outras condições que podem mimetizar estas síndromes é fundamental. Doença das coronárias está presente em 3 a 6% de todos os adultos com dor torácica. História e exame físico são geralmente suficientes para diagnosticas Tietz ou costocondrite em crianças e adolescentes, mas em indivíduos acima dos 35 anos, principalmente naqueles com história que sugira risco coronariano, ou com sintomas cardiopulmonares, mais testes se fazem necessários. Estas articulações podem também ser acometidas em doenças sistêmicas, como artrite reumatóide, artrite psoriática, espondiloartropatias, entre outras.

Opções Terapêuticas
Tanto costocondrite quanto síndrome de Tietze são condições benignas e autolimitadas, mas recorrências são freqüentes. O conforto de um diagnóstico preciso, cursos breves de anti-inflamatórios  a aplicação local de calor são suficientes para a maioria dos pacientes. Infiltração local com corticoides e lidocaína (anestésico) ou bloqueio de nervo intercostal são indicados em alguns casos refratários. Pacientes com síndrome de Tietze com dor persistente pode se beneficiar de cursos curtos de pequenas doses de corticoides orais. Definir e evitar traumas ou exercícios repetitivos que possam estar provocando a situação é lógico. Em um estudo preliminar, exercícios de alongamento pareceram ajudar a evolução da costocondrite.

Condromálacia da Patela

O que é?
A Condromalácia patelar (também conhecida como síndrome da dor patelo-femoral, ou "joelho de corredor") consiste em uma patologia crônica degenerativa da cartilagem articular da superfície posterior da patela e dos côndilos femorais correspondentes, que produz desconforto e dor ao redor ou atrás da patela. É comum em jovens adultos, especialmente jogadores de futebol, ciclistas, jogadores de tênis e corredores.
A condromalácia patelar refere-se ao joelho que foi estruturalmente danificado, enquanto que o termo mais genérico síndrome da dor patelo-femural se refere aos estágios iniciais dessa condição, na qual os sintomas ainda podem ser completamente revertidos. Porém, eventualmente, mudanças causadas por reações inflamatórias internas da cartilagem produzem um dano estrutural muito mais difícil de ser tratado.
Causas
A causa exata ainda permanece desconhecida, porém segundo a literatura, acredita-se que esteja ligada a fatores anatômicos, histológicos e fisiológicos, que resultam no enfraquecimento e amolecimento da cartilagem envolvida.
O fator mais comum é o traumatismo, seja por um trauma crônico por fricção crônica entre a patela e o sulco patelar do fêmur - por onde ela passa durante a flexão do joelho - em razão do uso inadequado de aparelhos de ginástica, exercícios em step, agachamentos ou leg press, bem como pela prática inadequada de esportes, com força excessiva aplicada na patela; ou por um trauma distinto, como uma pancada ou choque do joelho sobre um objeto, e lesão aguda da cartilagem fêmoro-HYPERLINK "/wiki/Patela"patelar, com impedimento da nutrição ideal dessa estrutura devido às rachaduras originadas.
As anomalias biomecânicas, como a super pronação dos pés, também podem resultar em incongruência entre a direção em que a patela é puxada pelo músculo do quadríceps e o formato do sulco patelo-femural por onde ela se desloca.
Sintomas
Os principais sintomas são: dor profunda no joelho ao subir e descer escadas, ao levantar-se de uma cadeira, ao correr, muitas vezes restringindo atividades físicas. Dores atrás ou ao redor da patela, ocorrem principalmente quando o joelho é flexionado - como ao subir escadas ou agachar-se, por exemplo. Uma ardência ou dor ao ficar com o joelho flexionado por longos períodos, mesmo sem forçá-lo, também é um sintoma comum na condromalácia patelar, além de crepitação e estalos, muitas vezes audíveis. É possível também a presença de derrame intra-articular (edema).
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico mais detalhado é feito, normalmente, através de um exame de Ressonância Magnética e em vários casos é recomendado o uso de anti-inflamatórios, fisioterapia e até mesmo cirurgia (casos mais graves). Sendo a Condromalácia uma condição que afeta a cartilagem rotuliana é aconselhado um suplemento alimentar ou medicamento que tenha Glucosamina e Condroitina, não deve ser apenas um dos componentes mas ambos. 
A Glucosamina lubrifica toda a articulação e a Condroitina, sendo a substância componente dos Condrócitos (células presentes no tecido das cartilagens articulares) ajudará à regeneração da zona lesada. O tratamento deverá ser prolongado com indicação médica ou do Fisioterapeuta pelo um período superior ao do fim das queixas.
Caso se trate de doença crônica, o tratamento baseia-se apenas na redução da dor. Não há um protocolo rígido de indicação de tratamento. É necessário estudar a forma mais eficaz para cada paciente de acordo com o grau da lesão adquirida, e que, principalmente, não cause dor.

O fortalecimento do quadríceps é primordial, e é preciso também recuperar a potência do membro inferior, executando exercícios com um grau de dificuldade progressiva, evitando uma sobrecarga na articulação fêmoro-patelar.
Vídeos: 
Conheça a Condromalácia Patelar


Talassemia

O que é?
A Talassemia é uma doença hereditária autossômica recessiva que afeta o sangue. Na talassemia, o defeito genético resulta na redução da taxa de síntese de uma das cadeias de globina que formam a hemoglobina. A redução da síntese de uma das cadeias de globina pode causar a formação de moléculas de hemoglobina anormal, causando anemia - sintoma característico de apresentação da talassemia.
A talassemia é uma desordem do sangue hereditária que causa anemia leve ou severa. A anemia é decorrente da hemoglobina reduzida e menos células vermelhas sanguíneas que o normal. Hemoglobina é a proteína nas células vermelhas sanguíneas que carregam oxigênio para todas as partes do corpo. Em pessoas com talassemia, os genes que codificam para a hemoglobina estão faltando ou são diferentes. Formas severas de talassemia são geralmente diagnosticadas cedo na infância e é uma condição para toda a vida.
Os dois tipos principais de talassemia, alfa e beta, recebem seus nomes por causa das duas cadeias de proteínas que fabricam hemoglobinas normais. Os genes de cada tipo de talassemia são passados dos pais para a criança. Tanto a a talassemia alfa quanto a beta tem formas leves e severas.
Causas
A talassemia é causada por genes faltando ou diferentes que afetam como o corpo fabrica hemoglobina. Pessoas com talassemia fabricam menos hemoglobina e células vermelhas do sangue do que o normal. O resultado é anemia leve ou severa. Muitas combinações possíveis de genes diferentes causam vários tipos de talassemia, a qual é sempre herdada. A pessoa que herda gene de talassemia de um pai e normal de outro tem talassemia menor, a qual geralmente não apresenta sintomas a não ser anemia leve.

Sintomas
Os sintomas da talassemia dependem do tipo e gravidade da doença. Os sintomas ocorrem quando oxigênio suficiente não chega às várias partes do corpo devido à baixa hemoglobina e falta de células vermelhas sanguíneas (anemia). Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas. Pessoas com talassemia alfa ou beta geralmente têm anemia leve que pode ser encontrada em teste de sangue.

Em casos mais graves de talassemia, os sinais e sintomas aparecem cedo na infância e podem incluir:
* Fadiga e fraqueza.
* Pele pálida ou amarelada.
* Abdômen protuberante.
* Urina escura.
* Ossos faciais anormais e crescimento pobre.
Bebês com todos ou quatro genes afetados geralmente morrem antes ou logo após o parto.

Tratamento
O tratamento da talassemia depende da gravidade da doença. Pessoas com talassemia menor geralmente não apresentam sintomas e não precisam de tratamento.
Aqueles com formas moderadas de talassemia podem precisar de transfusão de sangue ocasionalmente, como quando estão passando por estresse devido a infecção. Se uma pessoa com talassemia intermédia piorar e necessitar de transfusões regulares, ela passa a ser considerada talassemia maior.
Pessoas com talassemia severa têm uma doença grave que pode ameaçar a vida. Elas são tratadas com transfusões de sangue regular, terapia quelante de ferro e transplante de medula óssea. Sem tratamento, crianças com talassemia grave não sobrevivem até depois da primeira infância.


Septicemia





O que é?
A septicemia é uma infecção geral no organismo grave, desenvolvida por via sanguínea a partir de outra infecção já existente. Antigamente, uma grande percentagem de pessoas morria. Com a descoberta dos antibióticos atuais o número reduziu. Contudo, continua a haver uma taxa elevada em doentes com o sistema de defesa alterado e idosos.
Na origem da sepsis pode estar uma infecção por agentes bacterianos, fungos ou vírus. Esta pode também ocorrer quando é feita uma cirurgia numa área infectada ou onde há bactérias como o intestino por exemplo.
Sintomas
O doente se consciente refere aos seguintes sintomas:
  • febre alta
  • calafrios
  • respiração rápida
  • batimentos cardíacos acelerados
  • mal-estar
  • diminuição da temperatura corporal
  • queda de pressão arterial
  • confusão mental
  • feridas na pele

Diagnóstico e prognóstico
A recolha de informações do doente são fundamentais para determinar a causa e gravidade da doença. O RX , TAC, colheita de líquido do interior da coluna (punção lombar) e a análise de sangue e urina são usados para o diagnóstico.
A identificação do agente causador é fundamental para o diagnóstico e cura. Quanto mais tarde se iniciar o antibiótico menor as hipóteses de recuperação.
São feitos exames (culturas) ás amostras de sangue, urina e punção lombar para verificar qual o microrganismo que cresce e qual o antibiótico correto neste caso. microrganismo exame completo demora pelo menos 4 dias, para dar tempo ao microrganismo de se multiplicar, ser identificado e observar a qual antibiótico reage. Durante este tempo o doente faz o antibiótico prescrito pelo médico tendo por base o local de onde partiu a infecção. Após o resultado das culturas continua ou muda antibiótico conforme os dados indicados.
Tratamento
Devido à gravidade da doença, estes doentes são tratados na unidade de cuidados intensivos porque necessitam de uma monitorização constante quanto à perfusão sanguínea, função respiratória, renal e cardíaca.
O fundamental ao tratamento são os antibióticos para se combater a infecção. São administrados soros para não deixarem baixar os valores da tensão arterial. Em certas situações, o soro não é suficiente para manter a tensão arterial estável pelo que é necessário recorrer ao uso de medicamentos.
Geralmente, estes doentes não se alimentam pela boca, pelo que lhes é colocado uma sonda nasogástrica (tubo colocado no nariz até ao estômago) para se alimentarem (alimentação entérica). Também é administrada alimentação pelas veias (alimentação parentérica).
Se o doente não conseguir respirar sozinho, pode ser necessário usar uma máquina (ventilador) para o ajudar a respirar ou respirar por ele.
Os rins também podem parar temporariamente. Nestes casos o doente faz hemodiálise para limpar o sangue das impurezas.
Alguns doentes precisam de um controlo da glicemia (açúcar no sangue).
Estes doentes necessitam de medidas preventivas para a trombose venosa profunda (meias elásticas por exemplo) e aparecimento de úlceras de pressão (feridas).

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Lesão do Menisco

O que é?
Meniscos são duas peças em forma de cunha de fibrocartilagem que agem como "amortecedores" entre o fêmur e a tíbia. Eles são resistentes e elásticos para ajudar a amortecer a articulação e mantê-la estável.
A presença destas cartilagens específicas é fundamental para o funcionamento do joelho, já que a sua forma e consistência especiais permitem um melhor encaixe e evitam o atrito direto das extremidades ósseas, o que confere uma melhor estabilidade à articulação e contribui para suportar a carga do peso corporal ao andar.

Anatomia do Joelho: Três ossos se encontram para formar o  joelho: o fêmur , tíbia, e  rótula (patela). 
Os meniscos rompem de maneiras diferentes. Lesões são classificadas por sua aparência e localização. Lesões comuns incluem longitudinal, transversa,  Flap, alça de balde e lesões complexas.

Causas
As lesões nos meniscos podem ser provocadas por qualquer movimento forçado do joelho, quedas e traumatismos na zona. Como é lógico, embora sejam problemas mais comuns nos desportistas e também em determinadas profissões, também podem acontecer na vida quotidiana em caso de queda ou movimento brusco ou atípico. 
Por conseguinte, é possível que o menisco não se consiga deslocar adequadamente e fique preso ou pressionado pelos ossos. Por outro lado, também pode sofrer uma exagerada tração provocada pelas estruturas articulares às quais se encontra unido, o que acaba por superar a sua resistência. Estes são os mecanismos responsáveis pelos dois tipos de lesões mais comuns: a ruptura total ou parcial do menisco e a desunião das estruturas articulares às quais se encontra unido.

Sintomas e Consequências
As lesões do menisco costumam ser acompanhadas por um "estalido", no momento em que se dá a lesão, pelo surgimento de dor e pela produção de uma inflamação. No entanto, ambos os problemas vão gradualmente diminuindo de intensidade até desaparecerem por completo, ao fim de alguns dias. 
Todavia, a mobilidade do joelho costuma ficar mais ou menos afetada, limitando a sua capacidade de flexão e dificultando a sua total extensão, na medida em que a desunião ou a colocação de um pedaço do menisco lesionado entre os ossos pode provocar um bloqueio articular, no qual o joelho fica fixo na sua posição de flexão, sem que seja possível movê-lo. 
Todavia, quando a lesão se dá no corpo do menisco ou quando é uma ruptura total, as probabilidades de cicatrização espontânea são muito poucas. 
Caso não seja efetuado o tratamento adequado, a lesão torna-se permanente, provocando dor perante a realização de determinados movimentos e a produção, a qualquer momento, de um bloqueio do joelho ou de uma insuficiência ao nível da articulação, ou seja, uma sensação de instabilidade ao apoiar o pé no chão.
Classificações das lesões meniscais: 
A lesão do menisco e classificada em 3 graus, Grau I: lesão intrasubstancial do menisco, não se estende a superfície , Grau II: lesão do menisco que se estende a uma das superfícies, Grau iii, lesão que se estende as duas superfícies ( superior e inferior).


Tratamento
O tratamento vai depender do tipo, tamanho e localização da lesão meniscal .
A parte externa do terço periférico do menisco tem um rico suprimento sanguíneo e é chamada de zona vermelha. Uma lesão na zona "vermelha" pode curar sem cirurgia, ou muitas vezes podem ser reparados com cirurgia. (meniscorrafia) Um corte longitudinal é um exemplo deste tipo de lesão.
Em contraste, os dois terços internos do menisco não tem um suprimento de sangue e se nutrem através do liquido sinovial, essa região é chamada de zona branca. Sem os nutrientes do sangue, as lesões nesta zona "branca" não cicatrizam. As lesões são muitas vezes complexas e apresentam afilamento na cartilagem da tíbia e do fémur que ficam apoiadas nessa região do menisco. As lesões nessa região são tratadas cirurgicamente com meniscectomia parcial.
As lesões em pacientes mais velhos em geral são lesões degenerativas e muitas vezes não são operadas.

O tratamento Conservador da lesão meniscal (não cirúrgico)
O protocolo RICE é eficaz para a maioria das lesões esportivas. RICE significa descanso, gelo, compressão e elevação.
* Rest. Repouso e aliviar a carga, andar com um par de muletas
* Ice. Gelo por 20 minutos várias vezes ao dia. Não aplique gelo diretamente sobre a pele.
* Compression.  Bandagem elástica de compressão tipo joelheira
* Elevação. Para reduzir o inchaço, colocar o joelho num nível mais alto que o  coração.
Antinflamatórios podem ajudar a melhorar o quadro algico.




Tratamento Cirúrgico
A artroscopia do joelho é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados. Nele, uma microcâmera é introduzida através de uma pequena incisão. Isso proporciona uma visão clara do interior do joelho. Inserimos instrumentos cirúrgicos ortopédicos em miniatura através de outra pequena incisão para cortar ou reparar a lesão.



Fisioterapia pós operatória.
Recomendamos exercício físico regular para restaurar a mobilidade e força do joelho. O paciente precisa realizar exercícios para melhorar a amplitude de movimentos. Exercícios de fortalecimento são gradualmente adicionados ao  plano de reabilitação.
A maior parte da reabilitação pode ser feita em casa, porém muitos paciente requerem fisioterapia com auxílio de um fisioterapeuta.